Hey. Don’t support CultureHustle and Stuart Semple.
They’re scamming customers out of huge amounts of money and refusing to send ordered products or sending them damaged and unusable. Any attempts to find out what the fuck is going on have been responded to with AI shitslop. I’ve experienced this personally.
The r/culturehustle subreddit has been chronicling these issues for a while now:
There’s been talk there of class action lawsuits against CultureHustle for their behavior. Frankly, I hope there is a class action. This is fucking abysmal conduct on CH’s part.
(This post was made on January 6th of 2026. I hope that subreddit link ages poorly, and some day they turn it around, but… well. Not a lot of hope right now.)
Bernadette Fox é uma mulher excêntrica, sobretudo para os padrões de Seatle. Vivendo numa mansão caindo aos pedaços, ela quase não sai de casa, muito menos para interagir com a vizinhança - ela tem certeza de que todos a odeiam - ou sequer para confraternizar com as outras mães da Galer Street, onde estuda sua filha, Bee Branch. O que nem todos sabem é que Bernadette é uma das mentes mais brilhantes da arquitetura contemporânea, porém deixou tudo para trás depois de uma tragédia.
Quando Bee completa o ensino fundamental, pede aos pais um presente especial: uma viagem à Antártida. O que era para ser uma emocionante aventura em família, acaba gerando uma série de confusões e Bernadette acaba simplesmente desaparecendo, sumindo do mapa. Cabe ao marido dela, Elgin Branch, uma das mentes criativas da Microsoft, e principalmente Bee, que tem uma profunda relação de amizade com a mãe, refazerem o caminho que provavelmente explique o que aconteceu.
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Posso sentir a irracionalidade e a ansiedade sugando toda a minha energia como um carrinho movido à pilha encurralado no canto de uma parede
Maria Semple mistura drama e comédia de uma maneira incrível. Ela toca em assuntos sérios, mas torna tudo uma grande piada. Bernadette está passando por claro desequilíbrio emocional, mas a princípio não percebemos, assim como aqueles que estão tão próximos a ela, o marido e a filha. Demora um pouco para enxergar que “ok, isso não é só excentricidade, tem algo mais profundo aqui”.
Embora o texto da sinopse indique a história trata de “uma filha tentando descobrir quem é a mãe, quem acreditava conhecer tão bem”, não senti muito que se tratava disso. O trecho inicial do livro também pode dar essa denotação, mas interpreto de outra forma: penso que Bee queria apenas saber O QUE aconteceu e DE QUE FORMA, sem de fato se importar muito com o POR QUE. Entender as motivações, e até mesmo o histórico da mãe, vem surgindo no meio do caminho, é consequência. Até mesmo a redação do livro parece mais preocupada em contar a história do sumiço e não, em princípio, quem é a sumida.
Cadê você, Bernadette? é uma “epistolary novel”, ou seja, um romance que se utiliza de troca de correspondências como técnica narrativa; e é também um dos mais complexos do tipo, pois os textos são de vários personagens. Sobre um mesmo fato, a gente vai e volta no tempo, constrói e reconstrói interpretações. No final, fica aquela vontade de reunir os acontecimentos, recapitulando tudo, e montar um daqueles murais com setas, linhas e alfinetes como nas séries policiais. Por essa maneira como o livro é escrito, pode ficar um pouco confuso no começo até que se entenda a lógica, mas é exatamente esse o “charme”. Uma história como essa ficaria talvez mais fácil de entender de outro modo, mas seria menos interessante com certeza.
Apesar de fazer sentido na narrativa e ser, inclusive, necessário, as informações dos e-mails extrapolam um pouco os limites da realidade ou verossimilhança. Parando para pensar, será mesmo que uma pessoa descreveria certos fatos de maneira tão precisa, descrevendo até os diálogos? O mais perto do real, nesse caso, seria um discurso indireto, mas isso também não é nenhum crime.
A coisa que mais me irrita é que quando eu pergunto ao papai o que ele acha que aconteceu com a mamãe, ele sempre responde: “O mais importante é que você saiba que não é sua culpa”. Perceba que não foi isso que eu perguntei
A história não se concentra apenas em Bernadette, mas também em outras duas mulheres, Audrey Griffin e Soo-Lin Lee-Segal, suas antagonistas. Algumas vezes o que sabemos sobre elas não é relevante para a história da protagonista, mas serve para sabermos quem são essas mulheres, suas vidas e ambições. Elas contam mais sobre a cidade e a sociedade local: o que pensam, como vivem, o que desejam, o que tentam esconder, com o que se importam, o que são capazes de fazer aquelas socialites de Seatle.
Além de satirizar as pessoas, a história obviamente se pretende a rasgar a cortina da vida tecnológica de Seatle. Por exemplo, além de Audrey e Soo-Lin , o papel de Elgin Branch também é fundamental nesse ponto. Por trás daquela aura de guru tecnológico, famoso por uma palestra do TED, existe um homem tão afundado no trabalho que pouco se dedica a sua família, tanto que demora para enxergar o que está acontecendo debaixo de seu teto - e, até mesmo, COM seu teto, visto que as condições da casa da família é um case peculiar na história.
Enfim, uma última nota sobre o filme: NÃO FAZ JUS AO LIVRO. Uma minissérie seria uma solução melhor. A obra não é muito fácil de adaptação. As soluções não encontradas são até acertadas, mas da segunda metade em diante algumas falas foram trocadas, outras inventadas, outras completamente esquecidas. Mas a maior diferença é que o filme foca mais no núcleo familiar e menos nos coadjuvantes. Dá para enxergar melhor o drama central, mas perde aquela área debochada de retrato social da cidade. O livro é mais cômico, o filme é mais melancólico, mas o segundo deixa mais clara a profundidade dos problemas. Porém, quem apenas assiste tem menos chance de entender as motivações e a dinâmica das relações dos personagens. O ponto alto do filme talvez seja nos trazer a beleza dos cenários da Antártida, a única coisa que as palavras não bastam para descrever.
Mamãe simplesmente desaparece dois dias antes do Natal sem me dizer nada? Claro que é complicado. Mas só porque é complicado, só porque não há como saber tudo sobre outra pessoa, não quer dizer que não se possa tentar. Não quer dizer que eu não posso tentar
Muito bem. Vocês estão entediadas. Então, vou lhes contar um segredinho sobre a vida. Vocês acham que está um tédio agora? Bem, só vai piorar. Quanto antes vocês aprenderem que são vocês que têm de tornar a vida interessante, melhor vai ser.
As many of you know I am very into researching my Scottish ancestors. This particular grandmother is no exception. She married William Hunter c1710. She was the daughter of Alexander and Mary Cuningham. There were four children born to this couple and John their third son was my lineage.
William and Elizabeth emigrated from Scotland to Northern Ireland, but eventually came to America and…
Stuart Semple is at it again. He’s currently raising funds to manufacture a new version of his black paint. I would be extremely wary of going in on this as a backer (even though it is already well funded). While black 2.0 is indeed quite black and impressively matte it does not compare, at all, to singularity black or vanta black. For the price that Semple is listing Black 3.0 I am dubious that it will compare either. Carbon Nano tubes (which both of the superior paints use) are expensive.
In his kickstarter he has continued his habit of speaking in superlatives and being rather disingenuous. A prime example would be his demo photograph comparing different black paints. Sure it’s an unedited photo but the lighting is highly uneven across the paper making his paints appear darker in comparison to the other paints. Another issue is unless you get a hold of the base medium to mix your own pigments with you will not be able to retain Black 2.0/3.0’s degree of matte. So you can really only take full advantage of Semple’s paint if you’re using it straight from the tube, no mixing with other paints.
If you’re interested in working with dark paints with other normal paints and have a lot of money to blow I would pick up the oil based Gravity Black from the makers of Singularity Black. I haven’t gotten my hands on any of it yet (because it is hilariously expensive) but at least they’ve quantified how much darker it is then the other paints. They make it with the same ‘pigment’ as singularity black. However since the carbon nano tube pigments are mixed in with an oil base it will lose some of its darkness to that base. However since it is oil based you can use it as a normal oil paint rather than just as a coating.