Não me peça pra parar de sonhar com você, mesmo que doa, você sabe que eu preciso.
Com Amor, Felipodo
Não me peça pra parar de sonhar com você, mesmo que doa, você sabe que eu preciso.
Com Amor, Felipodo
De repente, sentí una gran nostalgia. Se me cerró la garganta y llovieron lágrimas. Tantas memorias y momentos vividos, pero ya nada era igual; él y yo sabíamos que algo había cambiado. La pena era demasiada para darle voz y nombrarla, así que cada lágrima diluviaba su verdad en mi corazón.
e.v.e.
Se puede amar a alguien con toda el alma y elegir otro camino porque debes serte sincero, mantenerte fiel a tu esencia y ser consciente de lo que eres y quieres.
e.v.e.
Sentí a mis pies despegarse del suelo y en los riachuelos del cielo, mis alas sumergirse y pintarse de azules deseos.
e.v.e.
“#Nada importa, excepto #respirar, respirar y #ser conscientes y estar #vivos” #WilliamFaulkner #90Años de la #novela #AbsalónAbsalón @alianza_ed Mi #homenaje en @revistaqueleer #FelizDomingo #ToniMontesinos @martacamnu @masleer @ignacio_arakis ☀️
Sinto que prefiro sempre os lugares da cidade meio abandonados pelo homem e tomados pela natureza, existe um charme inquietante na vida vegetal que parte o concreto por debaixo da terra, amo lugares no interior, a manhãzinha surgindo aos poucos com o frescor do seu ar, um ar tão puro quanto a água que bebemos que cada vez mais tem um gosto artificial, um gosto de cidade grande, o cinzento daqueles prédios na cidade grande me dá náuseas, lá o mundo só gira em torno de compromissos, de esforço físico e de trabalho, e isso me dá cansaço, não admiro as pessoas, mas sim os lugares e o verdor que sai deles, gosto dos animais pois são leais e fazem parte de toda a calmaria que as coisas de Deus possuem, as pessoas sempre são previsíveis e sempre decepcionam, todas elas quando não estão cheias de maldade, estão cheias mesmo é de um nada absoluto, um vazio incalculável, os animais são simples, já as pessoas essas são difíceis quase impossíveis… E eu… Claro, sou uma prova disso, não é?! Quase um mistério insondável!

Autor: José Arthur Lopes da Luz
Texto Composto em 15 de Março de 2026
Coruja da Editora Ser Poeta - Arthur Lopes
Inaugura cada instante
y es sentir de nuestro hacer,
suma y resta de la vida
que construye el vivir.

No busques el metal en las palabras,
ni el brillo del azar en lo que nombro;
la verdad es de tierra y de ceniza,
de un azul que se carga sobre el hombro.
eu tenho simplesmente 42 plots os quais eu nem tentei COMEÇAR a escrever desde 2021 e dos mais diversos fandoms que você possa imaginar

Vivo grandes fantasias
Dentro da minha mente.
Visito memórias
E revivo o passado
De tudo que eu tenho
Moldo uma vida nova.
Penso no que seria
Se fosse
E vivo no que é.
Mas será que é verdade?
InConForMidaD
La brevedad del momento,
Esa ineludiblidad.
Tú mano sobre mi mano,
Tús ojos…
Tús ojos, profundos, serenos, tiernos, y yo… Perdido en ellos.
Que dura es la inmensidad del silencio…
Ahora…
Ahora que ya no estás.
Esto no tiene significado: para que estar, si no estás más.
Berna Torres…

Então, por favor, sai da minha cabeça. Ou me consome de vez. Mas não me deixa nesse meio termo cruel, onde eu continuo existindo cheia de você e vazia de tudo o que não aconteceu.
Uma vez disseram-me que eu escrevo como falo, e ainda hoje não sei se era um elogio. Talvez por isso evitei refletir sobre isso, tendo eu tanto gosto pelo que faço. Por juntar palavras em histórias e capítulos em sonhos. Serei fiel a mim, ou simplifico em demasia a transcrição dos meus pensamentos? Se soubessem o novelo talvez agradecessem as gavetas. A organização das abas. Ou talvez o meu discurso já seja refinado em direto… não, não me iludo. Mas tento falar como escrevo e os tropeços são evidentes, embora não me tome como mau comunicador. Repetitivo talvez, mas será ansiedade a necessidade da certeza de ser ouvido? De ser compreendido. Repito-me nas letras? De propósito, por vezes, e tem um nome de figura de estilo qualquer. Aliteração?
Para quem desgostava tanto de esmiuçar significados escondidos nos livros que nos obrigavam a estudar ao crescer, divirto-me em adulto a montar as pistas entre o texto como uma caça ao tesouro ou um tradicional peddy-paper de migalhas para colecionar. E debato-me com o tamanho delas. Com quanto da cauda do gato deixo de fora para descobrirem o animal. Quero que as pistas sejam colecionadas, mas não na totalidade por um olhar menos atento. Tem de haver mérito e vontade. Como um teste que se planeia para que quem saiba o mínimo consiga compreender e chegar ao final da história satisfeito, mas apenas os mais dedicados consigam ultrapassar a pergunta mais difícil. Ultrapassar o truque.
No entanto não desejo que seja difícil ler-me. Em papel. Em pessoa aceito de bom grado a privacidade. Já foi tempo de fantasiar com as câmaras. Agora fico-me pela ilusão de entrevistas sobre o que faço. Sobre como cheguei aqui. Como chegarei lá. Se é que alguém se interessará por mais pensamentos meus que não a curadoria que transformo em longas-metragens. Mas, na verdade, tenho vindo a trabalhar a satisfação de o poder simplesmente fazer. A vulnerabilidade da exposição sem o medo paralisante da vergonha que parecia ser tão importante na escola. Era isso que ensinavam, ou aprendi nos intervalos? A vergonha não de tentar, mas de saberem que tentamos. Nunca sabemos se o conseguimos sem a primeira parte e, no entanto, o riso era maior contra aqueles que expunham as quedas em praça pública. O sucesso tinha de ser pela calada e esse pensamento ainda se arrasta dentro de mim até hoje. E, portanto, ainda tenho dificuldades na digestão do embaraço, na libertação do escudo que se defende com “ainda não está pronto”, e a desolação de nunca vir a estar.
O que me vale mais? Uma perfeição tangencial na semirreta, ou um coração a sangrar sobre a mesa para todos verem?
Gostava de dizer que já dei o passo neste degrau, mas é um processo.
Apenas mais um no meio de existir.
13 | 03 | 2026 | espinho
Conciencia del universo
memoria del compartir,
propuestas para la vida:
proyectos para la paz.
