
Anthony Fineran (B 1981), ‘China 20 Cheese’, 2026
9. what are your file name conventions ?
when it comes to my files for personal art, “naming conventions” is kind of a strong word.

if i’m just doing studies, i’ll try and leave a date on the file (since i have nothing else to name it), but otherwise it’ll get some rendition of “thing i liiiiiike) . back when i was doing graphic design work (for school and freelance) , i would be a lot more organized:


for the most part, i’d try to name things for what they were (but depending on how rushed i felt at the end of the project, i wasn’t perfect about it either) . not sure what got me into doing underscores rather than spaces, though . when i worked in an office, i’d even name layers within files that i’d have to make iterations of frequently or that i knew i’d be passing on to the future design team .
20. something everyone else finds hard to draw but you enjoy
i love drawing horses ! i’m actually much better at drawing horses than i am people (or anything else, really) . i spent my teenage years neck-deep in HARPG (Horse Art Role-Playing Games) DeviantArt spaces . it definitely still shows lol



23. do you use different layer modes ?
sometimes ! i try to draw from specific realistic palettes first and then add layer modes the same way someone would add photography filters . here’s a before and after from the snippet of the above horse image:



thank you for asking ! <3
I also love that I can’t pin together a time line, since I typically like to think the events of a show happened in the year it was released. I just watched the finale again and it’s funny to think that 88 kept Denise’s jacket for, like, 5 years, even when he was forced to move into his car. But it’s more realistic that this happened within the year, because why would she want a jacket back five years later. It also makes is funnier since this would also mean that Roberts went through 3 employees within a year.

Evergreen Blueshoes – The Ballad Of Evergreen Blueshoes (1969)
London Records – SHU 8399 (UK)
VG+/VG+ (20)

[chris wood.] —— Você não sabe quem eu acabei de encontrar na Praça das sete famílias. Isso mesmo, EDWARD WICKLIFF SIR EDMUND DE WYCLIFFE! Ele é um VAMPIRO que atua como XERIFE aqui em Ninivae, sabia? Ouvi dizer que possui SEISCENTOS E VINTE E SETE anos, embora aparente ter TRINTA E QUATRO anos. Os ventos sopraram que esse rostinho angelical é GALANTEADOR, mas são os rumores sobre ser FECHADO que ameaçam a nossa paz. Será que teremos problema em lhe estender a mão?
Honra, lealdade e fé. O terceiro filho de Sir Aldric de Wycliffe possuía um único caminho para a glória: a cavalaria. Pajem aos sete anos e escudeiro aos catorze, Edmund foi moldado sob a instabilidade política de uma Inglaterra cujo rei havia sido deposto em meio às guerras francesas - conflito esse que perdurava há quase um século. No entanto, mesmo a disciplina implacável e a rigidez de seu treinamento não foram capazes de prepará-lo para o que encontraria em Agincourt.
A lama espessa, oriunda das fortes chuvas da noite anterior, tornava cada passada dolorosamente lenta, aproximando-o da morte honrosa que havia abraçado ao marchar até o vale estreito. E a névoa que pairava sobre as florestas ao redor pouco fazia para atenuar o vermelho e azul vibrantes das bandeiras francesas. Com um exército três vezes maior que o dos ingleses, o massacre era eminente - e Edmund gostava de pensar que entregaria até a última gota de seu sangue em defesa de seu país. Todavia, quando o patriotismo e a necessidade de proteger os indefesos entraram em conflito, o Wycliffe abriu caminho em meio ao campo de batalha para defender a criança aprisionada no fogo cruzado. O resultado? A lança sobre o peito - ferimento que lhe teria roubado a vida, não fosse a mordida misericordiosa que marcava seu pescoço.
Eram poucas as memórias que Edmund retinha de seu breve período ao lado de Marguerite d'Aubemont, em suma manchadas pela apatia experienciada pelo jovem. Ao contrário dos outros vampiros, não era euforia que preenchia o peito do ex-cavaleiro, mas o vazio de quem se via sem propósito, sem…vida.
Os anos arrastaram-se até se tornarem décadas de uma espera interminável - de uma existência suspensa entre a morte e a vida. Era a própria agonia que julgara reservada apenas ao purgatório. Foi, porém, no salpicar dourado das íris esverdeadas de uma camponesa que Edmund recordou-se do que era viver. De sorrisos fáceis, flores no cabelo e um amor profundo a cada momento, Chiara era a personificação da ideologia que se consolidava no vilarejo toscano. Mais do que isso, ela era tudo aquilo que Edmund deixara de ser: inteiro, fugaz, humano. E na beleza do efêmero residia a fragilidade da vida humana, uma capaz de roubar as promessas de eternidade.
…there was before and there was after her
HABILIDADE & ARSENAL
A habilidade de manipulação de sombras restringe-se àquelas já existentes no ambiente, oriundas de uma fonte de luz que as projete. Edmund é capaz de alongá-las, distorcê-las ou condensá-las temporariamente dentro de um alcance aproximado de cinco metros. O poder não funciona em escuridão absoluta e torna-se instável sob iluminação intensa, especialmente luz natural forte, onde as sombras perdem definição. Além disso, seu controle é diretamente afetado pelo estado emocional: emoções intensas ou conflitos internos reduzem a precisão, enfraquecem as manifestações ou podem fazê-las agir de maneira imprevisível.
CONNECTIONS