Did a human make the official brdgrtn Spotify playlist or a robot bc it can’t seem to find the classical music in the show? (The Barcarolle from tales of Hoffmann was a different arrangement. If an employee made the playlist they didn’t remember the diagetic context of it being singers singing it at a ball) It’s like I’ve gotta do all tje work around here myself lol
Nirgendwo war es im vergangenen Sommer heißer als in Andernach. Am vorletzten Tag des Jahres zieht der Deutsche Wetterdienst Bilanz.
Das Wetter in Rheinland-Pfalz war 2025 sehr warm und sonnig, aber auch besonders trocken. Das berichtet der Deutsche Wetterdienst (DWD) in Offenbach nach der vorläufigen Auswertung seiner Messstationen. Im Juli stellte ein Ort in Rheinland-Pfalz den bundesweiten…
Ópera completa legendada em português: vídeo1 ou vídeo2; legenda.
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La Périchole, de Jacques Offenbach, é uma das obras-primas do repertório francês de opéra bouffe, combinando sátira política, humor farsesco e um inesperado lirismo sentimental. Apresenta a história de dois cantores de rua pobres, La Périchole e Piquillo, cujo amor verdadeiro entra em choque com as tentações, manipulações e artimanhas do Vice-rei do Peru, Dom Andrès de Ribeira, um governante ridiculamente autoritário e falocrata, que deseja transformar a jovem artista em sua amante oficial.
Enredo: Estamos no século XVIII em Lima, capital do Peru, cujo vice-rei, Don Andres, cultiva o hábito de percorrer a cidade disfarçado para saber o que o povo fala dele. Em um de seus passeios, ele se depara com dois cantores ambulantes pobres que se amam, a Périchole e Piquillo, mas não têm dinheiro para adquirir uma licença de casamento. Encantado com a jovem, Don Andres a convida para se tornar uma das damas de companhia da corte, mas há um problema a ser solucionado: elas devem ser casadas.
A partitura de Offenbach, estreada em 1868 e revisada em 1874, combina com leveza e brilho um colorido musical que incorpora ritmos espanhóis e latino-americanos imaginados pelo compositor, criando um ambiente exótico filtrado pelo espírito parisiense do século XIX. Apesar do humor característico de Offenbach, esta obra se distingue por momentos de ternura incomum, como o célebre “Ah! quel dîner!”, que revelam a humanidade por trás da máscara cômica.
Amplamente encenada desde sua estreia, a ópera permanece especialmente popular na França, onde sua crítica bem-humorada ao poder e aos abusos administrativos continua atual.
Offenbach em todo o seu esplendor: um libreto eficaz, uma partitura viva e colorida, a dupla Marc Minkowski e Laurent Pelly e cantores franceses experientes em opéra bouffe.
Personagens principais:
- La Périchole: Jovem e talentosa cantora de rua peruana, inteligente e espirituosa, dividida entre a miséria material e a lealdade ao seu amado Piquillo.
- Piquillo: Cantor de rua pobre, apaixonado e orgulhoso; seu temperamento impulsivo o leva a mal-entendidos cômicos e dolorosos.
- Don Andrès de Ribeira: Vice-rei do Peru, autoritário e sedutor; deseja transformar La Périchole em sua amante, usando o poder para manipulá-la.
- Don Miguel de Panatellas: Primeiro Cavalheiro do Aposento; servidor bajulador do Vice-rei, envolvido nas armações palacianas.
- Don Pedro de Hinoyosa: Prefeito de Lima; cúmplice do Vice-rei, responsável por arranjos burocráticos e situações absurdas na trama.
- Guadalena: Primeira das “três primas” da taverna, figura alegre e envolvida na vida boêmia da praça.
- Berginella: Segunda prima; participa dos números cômicos e musicais que animam o ambiente popular.
- Mastrilla: Terceira prima; completa o trio que representa o mundo popular e satírico da obra.
- Marquês de Tarapote: Camareiro-mor do Vice-rei; personagem da corte que reforça a etiqueta exagerada e ridícula do palácio.
- Manuelita, Ninetta, Brambilla, Frasquinella: Damas da Corte; figuras frívolas que comentam e alimentam os boatos da vida palaciana.
- Primeiro e Segundo Tabelião: Funcionários encarregados do casamento arranjado; participam das cenas de humor burocrático.
- O Velho Prisioneiro (Marquês de Santarém): Nobre esquecido e encarcerado há anos; personagem absurdo e cômico que acaba ajudando os amantes a escapar.
Sinopse: Lima, Peru. Década de 1750.
Ato 1 – A Praça
Na praça principal de Lima, em frente à taverna Os Três Primos, a multidão celebra o aniversário de Dom Andrès de Ribeira, o Vice-rei do Peru. Dom Pedro de Hinoyosa (prefeito de Lima), o Conde Miguel de Panatellas (Primeiro Cavalheiro do Aposento) e o próprio Vice-rei entram disfarçados. Todos os reconhecem, mas fingem não saber quem são.
La Périchole e Piquillo, jovens cantores de rua pobres, chegam à praça tentando arrecadar dinheiro para pagar a licença de casamento. Eles encantam a multidão com duetos românticos, mas alguns acrobatas distraem o público antes que consigam recolher algum dinheiro. Piquillo sai em busca de melhor sorte, enquanto Périchole tenta escapar da fome dormindo.
O Vice-rei, encantado por sua beleza, oferece a ela um cargo de dama de companhia na corte assim que ela desperta. Apesar de desconfiar das intenções dele, ela acaba sendo convencida pelos banquetes que lhe promete e aceita, escrevendo uma carta carinhosa de despedida para Piquillo. Como todas as damas de companhia precisam ser casadas, Dom Pedro e Panatellas saem à procura de um marido para Périchole. Eles encontram Piquillo, que está prestes a se enforcar depois de ler a carta de despedida. Depois de muita bebida, Piquillo aceita relutantemente casar com a nova favorita do Vice-rei — sem saber quem ela é. Périchole, também embriagada pelo vinho oferecido pelo Vice-rei (“Ah, quel dîner”), aceita o casamento ao reconhecer Piquillo. Ele, sem reconhecer a noiva velada, realiza o casamento, advertindo que está apaixonado por outra mulher. Eles são levados ao palácio do Vice-rei.
Ato 2 – O Palácio
Na manhã seguinte, quatro damas da corte fofocam com o Marquês de Tarapote, camareiro do Vice-rei, sobre a nova favorita. Piquillo chega e se espanta ao descobrir que está casado com uma mulher desconhecida, agora amante do Vice-rei. Ele conta ao Prefeito e ao Primeiro Cavalheiro que ama outra mulher. Exige o pagamento prometido para poder partir em busca de Périchole, mas é informado de que deve primeiro apresentar sua esposa ao Vice-rei.
Quando Périchole aparece, esplêndida em suas novas roupas da corte, Piquillo fica arrasado e, em vez de apresentá-la formalmente, joga-a no chão diante do Vice-rei. Dom Andrès o condena à masmorra como marido recalcitrante.
Ato 3
Cena 1 – A Masmorra
Na masmorra escura e lúgubre, um prisioneiro idoso surge por uma porta no chão. Após doze anos cavando a parede de sua cela com um canivete diminuto, ele finalmente emerge — infelizmente em outra cela. Ele retorna ao esconderijo quando Dom Pedro e Panatellas trazem Piquillo.
Piquillo lamenta a perda da amada e da liberdade, até adormecer. Périchole entra, conta que permaneceu fiel e eles renovam seus votos. Ela tenta subornar um carcereiro com joias dadas pelo Vice-rei para comprar a liberdade de Piquillo, mas o carcereiro é o próprio Vice-rei disfarçado. Ele chama os guardas, e os amantes são acorrentados à parede. Ainda esperançoso de conquistar Périchole, o Vice-rei diz que ela deve cantar se mudar de ideia e decidir colaborar.
O velho prisioneiro surge por seu túnel e liberta os dois das correntes. Périchole canta, e quando o Vice-rei aparece, os três prisioneiros o acorrentam à parede e fogem.
Cena 2 – A Praça
Os três fugitivos se escondem na taverna Os Três Primos enquanto o Vice-rei e seus soldados os procuram na praça. Périchole e Piquillo, vestidos como artistas de rua, imploram por sua liberdade cantando uma balada sobre sua própria história de amor, que termina com eles devolvendo todos os presentes recebidos e retomando sua antiga vida pobre, porém amorosa. O Vice-rei se comove e perdoa o casal, permitindo que Périchole fique com as joias.
Enquanto isso, descobre-se que o velho prisioneiro é o há muito desaparecido Marquês de Santarém. O Vice-rei fica feliz em perdoá-lo também (e ninguém se lembra qual era o crime original), preferindo libertá-lo a arriscar que ele continue destruindo paredes na prisão.

Linda opereta completa legendada em português: vídeo1 ou vídeo2; legenda.
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Barbe-Bleue, ou Bluebeard, é uma opereta de Jacques Offenbach, baseada no conto de Charles Perrault de 1697. Estreou em Paris em 1866, e foi uma paródia da famosa história do Barba Azul, na qual Offenbach transforma a tragédia original em uma comédia sarcástica e cheia de humor. A opereta critica a sociedade parisiense do Segundo Império, tornando o Barão Barbe-Bleue uma caricatura do parvenu, ou seja, um novo rico que tenta ascender à nobreza.
Embora a história original de Perrault seja sombria e cheia de mistério, a versão de Offenbach assume um tom mais leve e humorístico. O diretor Laurent Pelly, conhecido por sua abordagem fantástica e sarcástica, trouxe a obra à vida em 2019 na Opéra de Lyon, onde seu estilo visualmente inventivo fez jus ao espírito irreverente de Offenbach. O resultado é uma ópera cheia de humor negro e cenários exuberantes, que encantam tanto o público quanto a crítica.
Personagens Principais:
- Barbe-Bleue: Barão de aparência assustadora e comportamento excêntrico, que tem a fama de matar suas esposas anteriores.
- Boulotte: Uma camponesa que, por um sorteio, acaba se tornando a sexta esposa de Barbe-Bleue. Ela não corresponde à imagem ingênua que o Barão espera, sendo mais robusta e prática.
- Popolani: Alquimista a serviço de Barbe-Bleue, encarregado de buscar uma nova esposa para seu mestre.
- Rei Bobèche: O rei que abandonou sua filha Hermia quando ela ainda era uma criança. Agora, ele deseja arranjar um casamento para ela com um príncipe, embora sua falta de sensibilidade seja uma fonte constante de humor.
- Princesa Hermia: Filha do Rei Bobèche, Hermia foi criada como uma simples camponesa sob o nome de Fleurette. Ela se apaixona por Saphir, sem saber que ele é, na verdade, um príncipe disfarçado.
- Oscar: O camareiro do Rei Bobèche, que descobre a verdadeira identidade de Fleurette e a obriga a retornar ao palácio.
- Saphir: Um príncipe disfarçado de camponês, apaixonado por Fleurette/Hermia. Sua identidade como príncipe é revelada mais tarde na história, quando ele se revela como o verdadeiro noivo de Hermia.
- Rainha Clémentine: Mãe de Hermia e esposa do Rei Bobèche.
- Álvarez: Um cortesão do rei.
- Héloïse, Eléonore, Isaure, Rosalinde, Blanche: Esposas anteriores de Barbe-Bleue.
Esses personagens são parte de uma trama cheia de comédia, intrigas, e um toque de absurdo, onde a vida no palácio e no castelo de Barbe-Bleue se misturam de forma encantadora e caótica.
Sinopse:
Ato 1 - Uma pequena aldeia rural, com o castelo de Barão Barbe-Bleue em destaque.
O Rei Bobèche, não querendo uma filha como herdeira, abandonou sua filha Hermia quando ela tinha três anos de idade. Agora, com dezoito anos, vivendo como pastora sob o nome fictício de Fleurette, ela está apaixonada pelo jovem e atraente pastorzinho Saphir, mas não está feliz por ele ainda não ter lhe pedido em casamento. O camareiro do Rei, Oscar, descobre que a pastora “Fleurette” é na verdade a Princesa Hermia e exige que ela retorne ao palácio real, o que significa que ela deve deixar o rapaz que ama. O Barão Barbe-Bleue perdeu recentemente sua quinta esposa e envia seu alquimista Popolani para a aldeia à procura de uma jovem camponesa virgem para se tornar sua sexta esposa. Popolani decide escolher a esposa do barão por meio de um sorteio, mas a vencedora acaba sendo a nada virginal Boulotte. Barbe-Bleue fica encantado com sua nova esposa.
Ato 2
CENA UM: O palácio real.
O Rei Bobèche deseja aumentar sua glória e está praticando a etiqueta de corte. Ele fica encantado por ter sua filha de volta ao seu lado e pretende arranjar-lhe um noivo real. Fleurette resiste à ideia do casamento até descobrir, para sua alegria, que seu futuro marido é Saphir, que não é um simples pastorzinho, como ela pensava, mas um príncipe que se disfarçou como tal para ficar perto dela, já que estava perdidamente apaixonado por ela. O Barão Barbe-Bleue vai fazer uma visita ao Rei Bobèche para exibir sua nova esposa Boulotte, mas logo se apaixona pela Princesa Hermia.
CENA DOIS: O calabouço de Popolani.
Barbe-Bleue ordena a Popolani que se desfaça de sua nova esposa Boulotte, pois acredita que Popolani já havia matado todas as suas esposas anteriores por envenenamento, e que agora ele poderia se casar com Hermia. Mas Popolani só estava fingindo matar as esposas de Barbe-Bleue; na verdade, ele lhes dava remédios para dormir, e todas elas estavam vivendo confortavelmente em apartamentos. No meio de uma tempestade, Barbe-Bleue presencia o que ele pensa ser o assassinato de sua última esposa Boulotte, mas, quando ela acorda do feitiço do sono, a jovem destemida lidera as outras esposas “mortas” em uma marcha rumo ao castelo.
Ato 3 - A capela do palácio real.
Hermia e Saphir estão entrando na capela para o casamento quando Barbe-Bleue interrompe a procissão e, com o auxílio de suas forças militares, exige que Hermia seja entregue a ele como sua sétima esposa, já que Boulotte, ele pensa, morreu. Mas ele fica envergonhado ao ver a própria Boulotte chegando, liderando uma feroz procissão de suas outras esposas “mortas”. Elas são acompanhadas por cinco nobres que também deveriam ter sido executados por terem flertado com a Rainha Clémentine. A solução é encontrada: os “nobres mortos” vão se casar com as “esposas mortas”, Barbe-Bleue ficará com Boulotte, e o casamento de Hermia e Saphir poderá prosseguir.


BookOla.de - Wir wollen doch nur lesen - Thorsten Fiedler: Nachspielzeit: Offenbach-Krimi
ALTAdi Hessberger ist eigentlich noch dabei, sich um seine im Koma liegende Kollegin Sina zu kümmern, als er dann doch in einen neuen Fall involviert wird. Erstens ist er am Tatort, als ein Polizist ermordet wird und zweitens hat es irgendwie auch etwas mit seinem Lieblingsgetränk, dem Offenbacher Bier zu tun.
Milde Temperaturen und viele Wolken sowie Regen und Nebel erwarten die Menschen in Hessen.
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the weather might’ve turned miserable, making our miserable existence even more miserable, but nothing can stop me from putting on offenbach’s can-can. i will always have a party in my ears whenever i can can.