#negro

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weareonionskin
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Basement - huge contemporary look-out concrete floor and red floor basement idea with white walls

Rebecca Tolkoff

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costa-1999
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el-tango-del-diablo
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yosucosplay
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higherlearningtvshow
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thimessygirl
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Bingo: situações vivenciadas por todas as crianças e adolescentes afro (pardas e negras) nos anos 2000 e 2010:

- Iludir-se que cabelo alisado é mais fácil de cuidar e mais bonito do que o cacheado de “bateia alta”.

- Apaixonar-se por um rapaz que só namora loiras/ruivas.

- Questionar-se por que você sempre é a última opção dos seus colegas.

- Na infância teve a boneca Barbie como parâmetro de aparência, logo só desenhava mulheres brancas e loiras nas aulas de artes.

- Levar um cacete na cabeça com uma escova de cabelo pela mãe.

- Fazer progressiva e perceber tardiamente que preferia o cabelo cacheado.

- Ouvir piadas acerca do nariz/lábios/cabelo.

- Ouvir elogio seguido de reflexo preconceituoso (ex: “Nossa, se eu tivesse um tom de pele como o seu, eu só aceitava cobrando” - Hipersexualização).

- Cabelo ficava duro de tanto passar creme porque já tinha sido zoada por ter deixado “armado”.

- Afro puffs, black power, coque abacaxi ou apenas deixa-lo solto, já era motivo de piada pelos colegas.

- Ouvir da própria família que o cabelo cacheado não combina.

- Desejar ter nascido branca.

- Ser sempre a amiga mais engraçada, mas nunca a mais bonita

- “Seu cabelo está bonito hoje, fez alguma coisa?”

- Tocarem no seu cabelo sem a sua permissão.

- Nunca conseguir se enxergar como as princesas dos contos de fadas porque elas sempre eram brancas (exceto a Tiana de A Princesa e o Sapo)

- Ouvir elogios ao fazer algo do padrão branco (maquiagem que afina o nariz; alisar o cabelo…)

- Argumentos sobre boa genética (“Você é muito bonita, deu uma misturada, afinou um pouco e com isso deu uma boa genética…”)

- Ser vista como mais velha do que de fato é.

- Não achar base do seu tom de pele, sempre mais claro ou mais escuro.

- Usar skala ou kolene como creme de pentear e shampoo seda porque era o que tinha disponível.

- “Você nem é tão negra assim…”

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el-tango-del-diablo
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haliotis94
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Amarillo, Negro y Rosado

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estranhossim
estranhossim

É Carnaval no Brasil

De fato, o rolê da grana me pega muito, as contas tão bem apertadas por aqui, a ponto de sair pra curtir/brincar o carnaval estar fora de cogitação…

Ser artista, preto e periférico, no Brasil , é sonhar com a felicidade da noite de apresentação e perder o sono pensando no dinheiro de ter um teto pra dormir…

Conversa de Artista - 15/02/2026 10:59 - Carnaval

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akiraoliv
akiraoliv

Minha mãe ama falar q eu n sou uma pessoa negra d forma indireta

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kultoficial
kultoficial

La inminente llegada de un #colapso #financiero #global, #cisne #negro

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her-luth
her-luth

De dónde habéis sacado a esta tía tan rara…


Te quiero un poco - Carlos Sadness

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candyysodaa
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estranhossim
estranhossim

Nza- Navio Mundo

Vento forte!

O horizonte cinzento anunciou aos nossos ancestrais: a linha de Kalunga vos espera, não deixem os seus para trás. O sol será capturado, mas mesmo submerso, nunca conseguirão apagá-lo, a nova embarcação será, navegante do universo paralelo.

A terra que conhecíamos ficou para trás, o sol se foi e agora o mar será campo de guerra para nosso desejo sagaz, desejo de justiça, não de paz. Hoje nadamos noite adentro, para nós não há iate, não há cais, a água salgada reconhece nossa pele, da crueldade de Zong veio o almoço de tubarão mais voraz.

Ao longe, a luz no convés se transforma em farol, veio das profundezas de Mpemba esse sinal, essa luz é fragmento do Astro rei sequestrado e suleará o caminho-correnteza a ser navegado. O tremor de resistência retumba com os trovões, ouçam… ouçam a tempestade chegando aos vossos portões, o vento gritando a plenos pulmões: A crise é uma questão de justiça!

Raios e trovões!

Nosso navio sente a fúria das ondas, foi construído nas trincheiras da cultura, nas frestas da estrutura, do suor de nossa pele que brilha em negrura, a embarcação é de madeira de lei, escura, forte e de imponência solar, corpo-navio, pele de terra, velejando apesar da tempestade em alto mar. Um navio onde se resgatam os corpos perdidos, onde se cuidam das fraturas coloniais, onde se pode tomar corpo no mundo e reencontrar uma pele de terra Mãe. Abaixo do convés? Ninguém, aqui os pretos, indígenas, mulheres e crianças tem dignidade também, sem essa de corpo contra o meio ambiente, a natureza que mora em mim também habita às sementes.

Força total na manobra!

Recalculamos a rota, a sabedoria de Musoni suleia nosso caminho-correnteza, falta de aviso não foi, Bispo, Kopenawa, Krenak, Ferdinand, as manas da Rede Vozes Negras Pelo Clima já cantavam a bola muito antes de chegarmos nessa linha crítica.

Redescobriremos o mundo e para as sementes do amanhã seremos a gota do caos. Não haverá diálogo pacífico no oceano ancestral, cuidaremos da terra, e até às cidades perdidas do Atlântico acharão o caminho de casa, mas indico cautela ao navegar em mentes rasas, a imensidão de Nza não será clareada e nem o frio glacial do ártico impedirá nossa alvorada.

Toquem tambores, soprem a concha rainha, Pindorama-Ayti, está a avista!!!

Terra mãe, de morros altos e palmeiras frondosas, longe do delírio virginal e da negra “maluquice” jocosa. Uma pele de terra onde o corpo pode ser acolhido, nutrido e protegido. um canto de liberdade e de amor-próprio foi entoado […] Os ecos abolicionistas percorrem a Terra e o tempo e até no espaço, onde o imaginário colonial sonha habitar com sua arca, de um noé enlouquecido pelo capital, pôde-se ouvir a celebração, não de um retorno, mas da reinvenção ancestral.

A tempestade não acabou, a nuvem do carrego colonial está longe de se dissipar, mas abordo desse navio voltamos a sonhar, vejo Pindorama-Ayti e nesse quilombo construído no convés da justiça sei que é o caminho do Sol que tenho que seguir. Comida não falta e as sementes da manhã crescem, um antigo sábio já dizia “a gente planta o que a gente quer e a terra dá o que a gente merece”. Da proa vejo tudo, nossa embarcação ganhou um nome em sonho, Nza, o navi-mundo.


29/01/2026 - 09:30

Texto/poesia inspirado no livro Ecologia Decolonial, um pensar mundo através do olhar caribenho de Malcon Ferdinand, apresentado a mim na residência “Sonhar navio mundo, dançar apesar da tempestade” da Cia de dança Menos 1 invisível.

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patriotspondering
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her-luth
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sofysi
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.🫸🏻



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sofysi
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… 🫴🏻



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therealbadasshere
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sofysi
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?.