#ju

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radwitch
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Lindsey performing Tornado in Leeds, UK. April 23rd, 2008. Via Flickr.

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exestolovers
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SQUEEZING U SO TIGHT🫂🫂🫂🫂🫂🫂🫂🫂🫂🫂

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lokibadazz
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Wedding Day - with Harry Styles

Situação: noivo!Harry Styles! x Leitora

Contagem de palavras: 3923

Pedido: eles vão casar e ela descobre no dia anterior que está grávida, fica muito paranoica pois eles nunca conversaram sobre filhos, então enquanto está lá se preparando pensa em desistir e tendo passado da hora dela entrar na igreja o H fica preocupado e pergunta o pq da demora e alguém fala q ela não quer sair e tals;ele vai até ela e escuta o choro, ela não abre a porta pra ele por causa dessa lereia de noivo não poder ver a noiva, ele dá um jeito de entrar e ela conta da gravidez. ele maravilhado com ela vestida de noiva fala “ olha como você está linda, como não querer me casar e construir uma família com você?!”

N/A: saindo pedido depois de muuuito tempo 🥰🥰

curte e reblogue o post para me ajudar 🫶

A campainha da casa de S/N tocou exatamente às 19h, no mesmo instante em que o aplicativo de comida notificava que o delivery havia chegado. Ela lançou um olhar divertido para Gemma, arqueando a sobrancelha diante da pontualidade quase suspeita do restaurante, antes de caminhar até a porta.


— Obrigada! Bom trabalho! — disse ao motoboy, recebendo o pacote ainda quente e sentindo o cheiro de fast food se espalhar pelo ambiente.


Assim que voltou para a cozinha, colocou o pedido sobre a mesa, enquanto Gemma já organizava pratos e copos.


— O cheiro está ótimo — comentou a amiga, sentando-se animada. — E ainda por cima está quentinho!


— Ainda bem — S/N respondeu enquanto abria a embalagem, retirando dois hambúrgueres generosos e uma porção enorme de batata coberta de cheddar derretido e bacon. — Odeio comida fria.


Ela se sentou à mesa e riu de si mesma.


— Eu deveria estar comendo salada agora — disse, divertida. — Se eu não entrar naquele vestido amanhã, a culpa é sua.


Gemma riu, pegando uma batata.


— A ideia do hambúrguer foi sua, queridinha.


— Eu sei, mas estava com um desejo esquisito, sabia? Uma vontade absurda de hambúrguer.


— Bom… agora eu te entendo — a cunhada comentou, encarando o lanche aberto em suas mãos, os olhos brilhando. — Extremamente apetitoso.


— E é uma delícia, você vai ver.


As duas morderam o sanduíche quase ao mesmo tempo, mastigando com satisfação, sem se importar com a elegância.


— Uau… fantástico! — Gemma falou, surpresa.


— Não falei?


Por alguns minutos, só o som dos talheres e comentários felizes preencheram o ambiente, até Gemma puxar assunto novamente.


— Então, amiga… — disse ainda mastigando — Continuando os preparativos pra amanhã… que horas a gente sai de casa?



— Acho que dá pra tomar um café da manhã primeiro, sair lá pelas nove — S/N respondeu.



Gemma assentiu, sorrindo, claramente animada. Quando S/N tentou retribuir o sorriso, sentiu o estômago embrulhar de repente. Um enjoo forte subiu sem aviso, fazendo seu rosto se contorcer numa careta impossível de disfarçar.



— Ei… tá tudo bem? — Gemma perguntou, preocupada.



S/N respirou fundo, mas já sentia a comida voltando. Apenas negou com a cabeça e se levantou rápido demais, correndo para o banheiro. Segundos depois estava ajoelhada no chão frio, colocando tudo para fora na privada. O coração batia acelerado, o corpo inteiro trêmulo.



— Meu Deus, amiga! O que aconteceu? — Gemma apareceu à porta, aflita.



— Eu não sei… — respondeu entre respirações pesadas, dando descarga e se apoiando na pia. — Acho que tem alguma coisa estragada no meu lanche.



— Se for isso, eu sou a próxima. Pedi a mesma coisa que você — Gemma voltou até a cozinha, analisando o hambúrguer com atenção. — Não tem nada com cheiro ruim aqui, S/N.



Ela fez uma careta quando a amiga voltou ao banheiro, enquanto ela enxaguava o rosto com água gelada, no intuito do mal estar diminuir.



— Credo… então deve ser ansiedade pra amanhã.



— Logo depois de comer? — Gemma franziu o cenho, intrigada. S/N deu de ombros, ainda pálida. — Você sentiu algo parecido durante o dia? — Ela negou com a cabeça. Gemma ficou em silêncio por alguns segundos, até a expressão dela mudar, ficando séria demais. — S/N… quando foi sua última menstruação?


Naquele exato instante, algo virou dentro dela. Uma chavinha invisível. O corpo inteiro se arrepiou, o estômago afundou.



— Meu Deus… — murmurou, correndo até o celular. Imediatamente abriu o aplicativo que controlava seu ciclo menstrual e, logo na tela inicial, o aviso gritava em vermelho: 17 dias de atraso. — Está atrasada dezessete dias — disse em voz baixa, quase sem acreditar.



— Puta merda…



— Não, não pode ser — S/N começou a falar, sentindo o desespero surgir devagar. — Eu tomo anticoncepcional e… — A frase morreu no meio quando a lembrança veio como um soco. — Droga..



— O quê?



— Eu parei de tomar quando a cartela acabou mês passado… e não comprei mais.



— Garota… como assim?!



— Minha cabeça ficou focada 100% no casamento, eu sequer pensei em outra coisa. Nem me dei conta que a menstruação estava atrasada…



Gemma passou a mão no rosto, tão nervosa quanto ela.



— Tá, precisamos ter calma. Eu vou na farmácia agora comprar um teste, e a gente tira isso da cabeça.


S/N apenas assentiu, atônita demais para responder. Gemma saiu depressa e o som da porta se fechando fez a noiva fechar os olhos e respirar fundo. Gravidez não estava em seus planos, pelo menos não agora. Planejamento sempe foi um requisito que a mulher prezava. O próprio casamento demorou cerca de um ano para de fato se consolidar. Uma gravidez de repente a apavora. Ainda mais quando ela pensava no noivo. Em nenhum momento durante o relacionamento de quatro anos Harry cogitou a hipótese de ter filhos. S/N lembrava muito bem que em uma conversa ans atrás, o então namorado na época, mencionou que filhos não era algo que ele desejava.


Flashback on:


— Casar deve ser divertido. — S/N soltou, sem conexto nenhum, a frase que fez com que Harry parasse de ler seu livro e a encarasse sem entender nada. Ela riu. — Desculpa.. pensei alto demais.


— O que você viu aí pra te despertar esse sentimento? - o moreno fechou o livro, deixou na mesa de cabeceira e se acomodou mais perto da namorada, abraçando-a pela cintura e olhando o que ela via na tela do celular.


— Uma menina que estudou comigo está fazendo um diário de casamento. — ela mostrou o perfil da tal amiga. — Ela está vendo os vestidos, decorações, arranjo para o buquê.. deve ser tão legal.


— Que lindo esse aqui. — apontou para o vestido de princesa, cheio de ondas na saia.


— Também achei.


— Você pensa em casar assim?


— Ah, é um desejo que eu tenho desde criança.. — riu sem graça. — Você não? — Harry negou com a cabeça, fazendo uma careta.


— Claro, eu quero me casar algum dia, mas o luxo do casamento e todas as suas formalidades não me cativam tanto. — S/N assentiu. — Na realidade a construção que vem a partir do casamento não é algo que eu penso pra mim.


— Como assim?


— O tradicionalismo que já virou regra: casar, comprar sua casa, ter filhos, e assim por diante. Não me encaixo nesse padrão.


— Entendi.


— Não leve isso como uma indireta, por favor. Eu amaria me casar com você. — S/N riu.


— Mas ter filhos comigo não?


— Somos tão novos para pensar nisso. — ele resmungou, beijando o pescoço dela, provalvemente para trocar de assunto. — O que a gente pode fazer agora é praticarmos a ato de fazermos um filho.. o que você acha?


A lembrança foi interrompida pela porta abrindo. Gemma voltou com os testes em mãos.


— Eu comprei dois.. um pra fazer agora e outro amanhã de manhã. Mais confiável. — a amiga assentiu um tanto quanto nervosa, pegando os testes. S/N foi até o banheiro e preparou o primeiro teste.


Quando o resultado apareceu, confirmou o que o corpo já sussurrava: positivo.


Ela não queria acreditar naqueles dois risquinhos vermelhos na fita. Mas a realidade apontava que sim, ela estava grávida. Um dia antes de se casar.



— Deu positivo… — com a voz quebrada, contou a amiga, que também custava a acreditar.


— Não pira por conta disso. — ela tentou amenizar ao ver a palidez de S/N. — Você está grávida do seu futuro marido. Não é o fim do mundo.


— Você conhece seu irmão, Gem.. — a cunhada coçou a cabeça, como se concordasse. — Ele não queria filhos.


— Ele nunca pensou direito a respeito.


— Harry deixou bem claro pra mim em uma conversa que tivemos uma vez. Ele não se via sendo pai.


— Mas ele vai mudar de ideia quando souber.


— Que ótimo, vai aceitar na marra porque não tem escapatória. — o silêncio veio. — E se ele desistir de nós por isso?


— Isso nunca vai acontecer. Para de maluquice.


— Não sei se quero ter um filho que não foi desejado.


— Amiga, sem conclusões precipiadas, por favor. Harry não é um monstro. Ele vai se adaptar.


— Mas eu não quero que ele se adapte a ideia de te rum filho! Isso é grande, Gemma. Uma mudança completamente radical.


— Calma, respira fundo. Amanha é seu casamento. Curta esse dia e depois pensentiusa nisso. Harry não precisa saber disso amanhã. — ela assentiu porque nao tinha escolha. Toda a fome passou. S/N foi tomar um banho e se trancou no quarto. A madrugada foi repleta de sentimentos: choro, alegria, angústia, medo e ansiedade. A garota não conseguiu dormir uma hora sequer, ficou imaginando como seria a vida daqui pra frente. Quando o dia amanheceu ela se forçou a viver como se nada tivesse acontecido, no entando era imossível. Ainda mais quando fez o segundo teste com a primeira urina, e o resultado se repetiu. A paranoia foi constante dali em diante. A imaginação construindo situações hipotéticas sempre no pior cenário que o semblante não conseguia ignorar. Todos que tiveram contato com ela naquele dia percebiam que a garota não estava bem.


— Querida, está tudo bem? — Anne perguntou com suavidade ao se aproximar da nora no reservado das noivas, no salão de beleza. O ambiente era claro, perfumado com flores brancas e laquê, e o burburinho das madrinhas ao fundo contrastava com o silêncio pesado que envolvia a garota. Sentada diante do espelho iluminado, S/N segurava uma xícara de chá de camomila entre as mãos delicadamente trêmulas, o olhar perdido em algum ponto indefinido, como se tentasse organizar os próprios pensamentos antes que eles a consumissem.


— Sim, sim… — respondeu, forçando um pequeno sorriso que não alcançou os olhos. — Só estou um pouco nervosa.


Anne acariciou o ombro dela com carinho maternal.


— Vai dar tudo certo, meu bem. Eu sei que você gosta de tudo perfeito, cada detalhe no lugar… e é exatamente assim que vai ser. Mas perfeição também exige calma. Por que você não toma um banho de banheira e relaxa um pouco? Vou pedir para as meninas prepararem tudo.


S/N concordou em silêncio. Talvez fosse exatamente disso que precisasse: alguns minutos sozinha, longe das expectativas, das flores, do vestido, da palavra “para sempre” ecoando em sua mente.


A água morna ajudou. O cheiro suave dos sais e o silêncio abafado do banheiro trouxeram algum alívio. Ela até cochilou por alguns instantes, o corpo finalmente cedendo ao cansaço acumulado dos últimos dias. Mas o descanso não foi gentil. Sonhou com Harry alterado, discutindo, culpando-a, dizendo que o filho mudaria tudo, que o casamento era um erro. No sonho, ele se afastava, e com ele desmoronava não apenas a cerimônia, mas a vida inteira que ela havia imaginado ao lado dele.


Acordou assustada, com o coração disparado e lágrimas escorrendo antes mesmo de conseguir respirar direito. Sentou-se na banheira, abraçando o próprio corpo, tentando distinguir sonho de realidade. Foi naquele instante, vulnerável e apavorada, que pela primeira vez considerou desistir de tudo.


Quinze minutos antes do horário marcado para a cerimônia, S/N estava dentro do carro estacionado em frente ao rancho onde aconteceria o casamento. O vestido branco, volumoso, ocupava quase todo o banco traseiro. Ela estava imóvel, as mãos nos cabelos cuidadosamente arrumados, tentando controlar a respiração que vinha em ondas curtas e descompassadas. As lágrimas ardiam, mas permaneciam presas. Não conseguia abrir a porta. Não conseguia andar. Não conseguia ser a noiva que todos esperavam.


Enquanto isso, já diante do altar montado ao ar livre, Harry aguardava. Com o terno cinza-escuro perfeitamente alinhado ao corpo, os sapatos brilhando sob a luz suave da tarde e o cabelo meticulosamente arrumado, ele parecia um príncipe moderno. Mas por trás da postura elegante havia inquietação. Caminhava de um lado para o outro em passos curtos, tentando disfarçar o nervosismo. Quando o atraso chegou a trinta minutos, o sorriso contido deu lugar à preocupação.


— Mãe… — chamou, aproximando-se de Anne. — Já passou mais de meia hora. Cadê ela?


— Ela… está fazendo os ajustes finais — respondeu, tentando soar tranquila.


— Ajustes no quê? — Ele franziu a testa. — Minha irmã e a mãe dela não param de sair e entrar. O que está acontecendo?


Anne respirou fundo.


— Não é nada, filho. Nervosismo de mulher.


Ele a encarou, buscando sinceridade.


— Ela desistiu?


— O quê? Claro que não. — Mas a hesitação na voz denunciou o contrário, e o peito de Harry apertou.


— Eu vou atrás dela.


— Não! Você fica aqui!


— Eu quero falar com ela.


— Sua irmã já está resolvendo. Se acalme.


Como se tivesse sido chamada pelo próprio destino, Gemma surgiu naquele momento. Harry foi direto:


— Ela desistiu?


Gemma suspirou.


— Ela entrou em choque.


— Como assim, entrou em choque? Do nada?


— Eu… meu Deus, eu não sou a pessoa que tem que te contar isso. Vai atrás dela.


— Não! — Anne tentou impedir, segurando o pulso do filho.


— Deixa, mãe — Gemma interveio. — Às vezes é disso que ela precisa.


Relutante, Anne soltou-o. Harry praticamente correu até o carro.


S/N estava no banco de trás, o rosto escondido entre as mãos, encarando os babados do vestido como se eles pudessem oferecer alguma resposta. Ela fechava os olhos repetidamente, tentando estabilizar a respiração. Foi então que a porta da frente se abriu e Harry entrou no banco do motorista. Ela arregalou os olhos.


— O que você está fazendo aqui? — perguntou, surpresa, levando as mãos imediatamente ao rosto dele para cobrir seus olhos.


— Ei! — Ele riu, segurando os pulsos dela, mas sem afastá-los. Sabia o quanto ela levava tradições a sério.


— Você não pode me ver antes, Harry! Dá azar!


— Que azar, meu amor? Você está prestes a desistir de casar comigo. Existe azar maior do que esse?


Ela baixou a cabeça.


— Não é isso…


— Então me fala o que é. — Ele levou as próprias mãos às dela, ainda sobre seu rosto, acariciando-as com delicadeza. — O que aconteceu?


A voz dela falhou.


— Eu estou com medo de você desistir de casar comigo…


— Eu? — Ele quase riu de incredulidade. — Por que eu faria isso?


Ela respirou fundo, sentindo o choro subir.


— Porque eu estou grávida.


O mundo pareceu pausar por um segundo. O coração de Harry disparou, mas ele permaneceu imóvel. Lentamente, ele afastou as mãos dela do próprio rosto. Os olhos verdes estavam marejados quando a encararam.


— É sério? — perguntou, a voz trêmula, misto de choque e emoção.


Ela assentiu.


— Fiz dois testes… os dois deram positivo.


As lágrimas dela finalmente caíram.


— Ei, a maquiagem… — ele brincou, tentando aliviar. — Não chora.


— Como eu não vou chorar? Eu gosto de tudo planejado. Agora eu estou grávida de um filho que você nem quer.


— Quem disse isso pra você?


— Você! — Ela soluçou. — Você sempre disse que não gostava de tradicionalismo. Não queria casar, não queria ter filhos. E olha onde nós estamos!


Ele riu suavemente, balançando a cabeça.


— Amor… é por isso que você não quer entrar?


Ela confirmou, escondendo o rosto.


— Olha pra mim. — Ele ergueu o queixo dela com delicadeza. — Olha pra você. Você está perfeita. Da cabeça aos pés. Eu nunca quis casar, é verdade. Mas vendo você agora… eu tenho cem por cento de certeza de que eu estava errado. Se eu pudesse, casaria com você todos os dias, só para ter o privilégio de ver a mulher que eu mais amo caminhando até mim e me escolhendo outra vez.


O sorriso dela surgiu tímido.


— E quanto ao resto… — Ele levou a mão até a barriga dela, ainda plana. — Eu não só quero me casar com você. Eu quero construir uma família ao seu lado. — A voz falhou levemente. — Na verdade, parece que ela já começou, não é?


Eles riram entre lágrimas.


— Meu Deus… — ele murmurou, incrédulo. — Nós vamos ser pais. Que loucura maravilhosa.


— Você não está em negação?


— Não. Eu estou feliz. Muito feliz. Tem um bebezinho aí dentro… fruto do nosso amor. Existe algo mais bonito que isso?


Ela balançou a cabeça, emocionada.


— Você não vai desistir de casar comigo?


— Jamais cometeria essa loucura.


Ele entrelaçou os dedos nos dela.


— Podemos ir?


Ela assentiu, respirando fundo.


— Volte para lá e finja que não me viu.


Harry riu, inclinando-se para beijar a mão dela com reverência antes de sair do carro.


Quando retornou ao altar, estava diferente. O nervosismo havia sido substituído por um sorriso amplo, iluminado, quase incrédulo. Os convidados murmuraram, estranhando a mudança repentina. Anne se aproximou.


— O que aconteceu? Ela desistiu?


— Não. — Ele mal conseguia conter a felicidade. — Ela está vindo.


E então ela apareceu.


Na entrada do rancho, sob a luz dourada do fim de tarde, S/N surgiu deslumbrante. O vestido parecia ainda mais majestoso, o véu dançando com o vento suave. Mas o que mais brilhava era o olhar — agora seguro, decidido.


E, naquele instante, Harry nunca teve tanta certeza em toda a sua vida.


A música começou suave, preenchendo o espaço aberto com uma melodia delicada que parecia embalar cada batida do coração de Harry. O vento brincava com as flores do altar e com o véu longo de S/N, que descia em ondas delicadas pelas costas dela. Cada passo que ela dava era firme, ainda que lento, como se estivesse saboreando aquele caminho que a levaria até ele.


Harry sentiu o peito apertar, mas não de medo, e sim de uma emoção quase avassaladora. Os olhos dele não se desviavam dela por um segundo sequer. Havia algo diferente agora. Ele sabia. Eles sabiam. Havia mais do que promessas entre eles naquele momento. Havia vida.


S/N caminhava ao lado do pai, mas era como se enxergasse apenas o homem à sua frente. O sorriso dele desfez qualquer resquício de insegurança que ainda tentasse se infiltrar em seu coração. Quando finalmente chegou ao altar, suas mãos encontraram as dele, e o toque foi firme, quente, real.


— Você está absolutamente deslumbrante. — ele sussurrou, incapaz de esperar o momento “certo”.


Ela riu baixinho, com os olhos marejados.


— Você já me viu antes da hora, não vale elogio agora.


— Vale sim. — Ele aproximou o rosto, murmurando só para ela ouvir — Porque agora eu estou vendo a mulher da minha vida… e a mãe do meu filho.


Os olhos dela se encheram novamente, repletos de um amor intenso.


A cerimônia seguiu envolta em uma atmosfera quase mágica. O celebrante falava sobre parceria, sobre construir um lar onde o amor fosse o alicerce, sobre escolher alguém todos os dias. Cada palavra parecia ganhar um peso ainda maior depois da revelação no carro. Quando perguntaram se ele aceitava S/N como sua esposa, Harry não hesitou sequer um milésimo de segundo.


— Eu aceito. Hoje, amanhã e todos os dias da minha vida.


E quando chegou a vez dela, a voz saiu firme, mesmo embargada pela emoção.


— Eu aceito. Em cada versão sua. Em cada fase. Em cada sonho que ainda vamos viver.


Os votos personalizados vieram em seguida. Harry respirou fundo antes de começar.


— Eu nunca fui o cara que sonhava com casamento. Nunca imaginei estar em um altar, com flores, fazendo discursos. Mas então eu conheci você. E você mudou tudo. Mudou a forma como eu vejo compromisso, futuro… mudou a forma como eu vejo a mim mesmo. Você me ensinou que amar não é perder liberdade, é encontrar casa. E hoje eu sei que casa é onde você estiver. Meu objetivo a partir de hoje será ser o melhor marido, amigo e companheiro pra você, meu amor.


S/N já chorava abertamente.


— Você sempre foi intensidade, sempre foi verdade. — ela começou, segurando as mãos dele com força. — Eu sempre gostei de planejar cada passo, cada detalhe dos meus dias. Mas você me ensinou que algumas das melhores coisas da vida acontecem fora do roteiro. Como nós. Como… — ela levou a mão discretamente à própria barriga, e o sorriso cúmplice entre os dois foi inevitável — Como as surpresas que mudam tudo. Eu prometo caminhar ao seu lado, mesmo quando o chão parecer incerto. Prometo escolher você, todos os dias da minha vida.


Quando as alianças foram trocadas, os dedos dele tremeram levemente pelo peso simbólico daquele círculo dourado que selava algo que, para ele, já era eterno.


— Eu os declaro marido e mulher.


O beijo foi suave no início, carregado de significado, mas logo ganhou intensidade e alegria. Os convidados aplaudiram, alguns emocionados, outros sorrindo amplamente. Anne enxugava discretamente as lágrimas, e Gemma sorria como quem guardava um segredo precioso.


Durante a recepção, sob luzes pendentes e mesas decoradas com delicadeza, Harry não desgrudava de S/N. Havia um brilho novo nele. Orgulho. Encantamento. Responsabilidade. Ele a puxou para dançar quando a música lenta começou, envolvendo-a com cuidado.


— Então… — ele murmurou, com a testa encostada na dela. — A gente vai ser papai e mamãe.


— Vamos. — Ela sorriu, passando os braços pelo pescoço dele. — Você está assustado?


— Um pouco. — Ele riu baixo. — Mas do jeito bom. Aquele frio na barriga que dá quando você sabe que algo gigante está começando.


Ela guiou a mão dele até a própria barriga novamente.


— Ainda é tão pequeno, mas sinto que já mudou tudo em mim.


Harry ajoelhou-se impulsivamente diante dela, ignorando os olhares curiosos ao redor. Com cuidado, aproximou o rosto da barriga dela.


— Ei, meu bebê.. — sussurrou, emocionado. — Aqui é o papai. Queria que você soubesse que eu já te amo muito e que prometo que vou aprender o que for para te ver feliz, Prometo que vou proteger você e a mamãe de tudo. Você já é a melhor surpresa da minha vida.


S/N levou a mão à boca, chorando e rindo ao mesmo tempo.


Ele se levantou e a beijou de novo, dessa vez com a leveza de quem já não carrega mais medo algum.


Mais tarde, quando a festa já estava alta e os convidados celebravam, Harry a puxou discretamente para longe da multidão, caminhando até um canto mais reservado do rancho, onde as luzes eram mais suaves e o céu estrelado se estendia acima deles.


— Obrigado por não desistir — ele disse, segurando o rosto dela entre as mãos.


— Obrigada por ter vindo atrás de mim.


Eles ficaram em silêncio por alguns segundos, apenas se olhando, absorvendo a dimensão do que tinham construído até aquele momento.


— Nós começamos uma família hoje. — Harry murmurou.


S/N balançou a cabeça, sorrindo.


— Não. Nós só demos nome ao que sempre fomos.


Ele a abraçou com força, e ali, sob o céu aberto, com música distante e risadas ao fundo, S/N sentiu que todo o medo da manhã havia se dissolvido. O futuro ainda era desconhecido, imprevisível, mas era deles.


E enquanto voltavam de mãos dadas para a festa, Harry olhou para ela com a certeza mais simples e mais profunda que já tivera:


Eles não estavam apenas começando um casamento.


Estavam começando o para sempre.

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xoxo


Ju

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avengedxxaltguy
avengedxxaltguy

I didn’t even dare look at him. I felt his presence though, beforehand. I stalled my car, bit my lip, breaked… as if I never drove a car in my life. And then, I didn’t even dare look at him. I felt a mix of disbelief and nervous excitement, coming from the shadow in that house. That sad little house that I am happy I dont need to drive by on my map to work. I didn’t even dare look at him… when was the last time I looked at even a photo of him ? I didn’t…

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avengedxxaltguy
avengedxxaltguy

Someone told me today that you can’t hurt someone you love. You can’t cheat nor lie to someone you love. And then there was the notion of respect. And if you can’t respect someone enough with the truth, that automatically means you don’t love them - not as much as you believe. I had to digest that… that even if I promised myself never to be the one who loves most, I loved him more…

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avengedxxaltguy
avengedxxaltguy

Writing ✍️…

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baronvonriktenstein
baronvonriktenstein

oh no the endless loop of botan being his wife lol

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avengedxxaltguy
avengedxxaltguy

The best advice I’ve ever received is the saying ;


- Stop running after the snake, asking for a reason behind the snakebite. -


And now, I notice I am no longer repeating this mistake, however, I’ve spent 6 mois running after a new snake. I’m no longer asking why he bit me, but I find myself trying to explain to him why he should not bite me, how it felt, how the venom still poisons my insides, and begging him to not bite me again.


Thank you, friend… for the snake advice back in 2023.

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avengedxxaltguy
avengedxxaltguy

“I’m still in love with the ghost of somebody you were.

Baby, I still miss you when you lay in my arms

So when did she die ?

Nobodys blaming you darling.

What if I’m, what if I’m

a stranger to this version of you.”

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avengedxxaltguy
avengedxxaltguy

“I’ll never move you know where I’ll be.

But you can stay or leave, doesn’t bother me-

I’ll just find somebody else to talk to me.

That’s not really true-

But it makes me feel better.

Only ever felt this way about you.”

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solaroceanmistress
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Sandrine Holt as Ju in The Chinese Puzzle/ Casse-tête chinois

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Ju: I’m tired of this Grandpa!

San: Well that’s too damn bad!

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ceramicfish1
ceramicfish1

this was just unbelievable.. we both agreed today was one of the most beautiful days of our lives!! people were on the frozen river singing ice skating and walking. we ate delicious fish soup and cake. and barely made it back to the train station in time in the freezing cold!! after the sun was gone it was really something else

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ceramicfish1
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braving the cold

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ceramicfish1
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sek0st
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Tree of Knowledge w/Adam & Eve, so what we are

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1400Courts
1500PIZZA
1600healing crafts
1699AMISH
1700GlobalTransportion
1800DefenseSystems
1900WarMachines/PASOCON/Microsoft
2000MoreHoly Matrimony(The 2nd Coming)
2100Space Tribe/NASA

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falllpoutboy
falllpoutboy

chromakopia and lux 🙂‍↕️

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paandaan
paandaan

hellooo ju!!! hope your day has been coming along well too :3 lovely to hear that hirayasumi has become one of your favorite mangas :“) ive been slow with catching up with it but it will always be close to my heart!!

i also read sunny sunny ann (i remember you reccing it!!) a while ago and enjoyed it so much, the art style was so charming :’)

1. Your top reads of 2024

answered this previously but going to add in a few more: Aoi Tori: Bluebird ; Ayaka-chan wa Hiroko Senpai ni Koishiteru ; Diamond no Kouzai ; Suiiki ; Banana Bread Pudding

4. An underrated gem

vanilla spider was such a delightful read, even if not fully developed; i think yoichi abe’s art style was budding in this manga but you can still see how much thought / deliberateness is put into the composition (if not the story itself) ; plus i love how tonally different it is from his other works, perhaps much more somber and contemplative which i loved

11. Your favorite covers

some more :3

12. Show us a panel that impacted you

from blue by kiriko nananan



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another-sun
another-sun

Hiiiiii 💕💕💕 Unkraut vergeht nicht, braucht nur manchmal etwas Zeit um das Unkrautgift abzuschütteln😁.

Wie geht es dir? Ich liebe deine Meejungfrauen-Pause-Zeichnungen btw. Immer ein Joy sie in deiner Story zu entdecken. ♥️

(For everyone who doesn’t understand german: I’m weed fighting of weed poison and I love Jus mermaid drawings 🧜‍♀️🧜)

Also I recently got into Dan and Phil (I love their humor and vibe and their love story! OMG! Phil went back into the closet and hid his relationship until Dan was ready 😭😭😭. He should get an award as best boyfriend ever!). Anyway, I looked up some of their old IG posts and saw that you liked them and I just needed to vent to somebody how massive the rock was I lived under and how I have now 16 years of material to catch up on.

Also I’m debating if I should buy their 2026 calendar or not. It’s sooo cool but I doubt I am brave enough to hang it somewhere and have my fangirl life so open for everyone IRL to see.