
i got as far as defining all the variables and reading the inputs in my arduino code but now my head hurts so bad. this shit used to be so easy. i hate being disabled
oh well. at least its progress.
im trying to basically redo my dual “analog” dreamcast controller (with added shoulder buttons). this fucker on the right:

currently its entirely passive and digital and thats.. a lot of wires. it limits what i can do with it and also the stick is literally digital now so like.. in some games its too sensitive and others not sensitive enough……..
but if i switch over to a micro controller i can customise the sensitivity, have custom controls and do other fancy things all per game (if i rly wanted) so thats fun

Mano do céu, se tem uma coisa que a SEGA sabia fazer como ninguém na era 32 bits era entregar jogos com uma pegada totalmente fora da casinha. E hoje, vamos desenterrar uma pérola que fez a gente pirar demais no Sega Saturn: estou falando de Nights into Dreams Sega Saturn! Esse game não era só um jogo, era uma experiência, um mergulho em um universo onírico que mandava a ver na criatividade e no estilo. Sabe aquela vibe de jogo que te faz esquecer que tá na frente da TV? Era bem isso!
Pra galera old school que viveu o auge do Saturn, Nights é mais que um clássico; é uma memória afetiva que carrega o cheiro de infância e o barulho dos VCRs gravando clipes da MTV. Se você nunca jogou, prepare-se, porque essa é a história de como a SEGA nos fez voar pelos nossos próprios sonhos!
Primeiro, saca só a jogada da SEGA com o Sega Saturn. Enquanto a concorrência focava em 3D poligonal direto, o Saturn tinha uma arquitetura meio que diferentona, com dois processadores de vídeo que eram um pesadelo pra programar. Mas, de vez em quando, essa complexidade toda gerava umas magias que ninguém mais conseguia. E foi aí que Nights into Dreams brilhou!
Mas a grande estrela coadjuvante desse show era o 3D Controller. Lançado junto com o jogo, esse controle era tipo um joystick analógico com formato de orelha de Mickey, pensado especificamente para a fluidez dos movimentos do Nights. Sem zoeira, ele mudava o jogo! Quem jogou com o controle normal sabe que a experiência não era a mesma. Ele te dava uma precisão e uma sensação de voo que eram totalmente inovadoras pra época. Era a SEGA dizendo: “Não é só o jogo que é diferentão, o jeito de jogar também!”
“O 3D Controller não era só um acessório, era uma extensão da experiência de Nightopia. Quem não teve, perdeu um pedaço da magia!”

No coração de Nights into Dreams Sega Saturn estava uma gameplay que te fazia sentir um verdadeiro mestre dos céus. Você controlava o Nights, uma criatura mágica do mundo dos sonhos (Nightopia), que ajudava duas crianças, Claris e Elliot, a recuperarem suas Ideyas (bolas de energia coloridas que representavam emoções) que foram roubadas pelo vilão Wizeman.
O lance era simples, mas viciante: você voava por circuitos pré-determinados, coletando chips azuis, passando por anéis e fazendo “links” — uma corrente de ações que, se bem executada, multiplicava sua pontuação. Quanto mais longo o link, mais pontos e mais “feeling”! Era tipo um arcade de score attack misturado com um platformer 3D, mas com uma liberdade de movimento que era pura poesia. Cada fase era um show de cores e designs psicodélicos que pareciam ter saído de um clipe da banda “A-ha” ou de um sonho febril. E os chefes? Ah, os Nightmarens eram cada um mais bizarro e divertido que o outro! Lembra do Gillwing, a arraia gigante, ou do Reala, o arqui-inimigo do Nights? Pura nostalgia!
Além da gameplay viciante, a história de Nights into Dreams, embora simples, era cheia de charme. Claris e Elliot eram crianças normais com problemas comuns do dia a dia. Ao entrarem em Nightopia, eles encontravam o Nights, um ser acrobático e misterioso, que os ajudava a confrontar seus medos e recuperar suas Ideyas. Era uma metáfora linda sobre superar desafios internos, tudo embalado em uma estética de sonho que só a Sonic Team (sim, os mesmos gênios por trás do Sonic!) conseguiria criar.
E a trilha sonora, galera? Meu deus! A música de Nights into Dreams não era só um acompanhamento; era parte integrante da experiência. Com temas que variavam de melodias suaves e etéreas a batidas mais animadas e cheias de energia, cada faixa combinava perfeitamente com a atmosfera de cada fase. “Dreams Dreams”, o tema principal, é icônico e até hoje me dá arrepios de nostalgia. É uma daquelas trilhas que você ainda ouve e pensa: “Caraca, que fase era essa?” – e se joga direto na memória.

Nights into Dreams Sega Saturn pode não ter sido um system seller no nível de um Mario 64, mas ele conquistou um lugar especial no coração de quem teve um Sega Saturn. Ele mostrou o potencial criativo da SEGA, a capacidade de inovar em hardware e software, e a coragem de apostar em uma experiência única, fugindo do óbvio. Foi um game que, mesmo com as dificuldades de programação do Saturn, entregou um mundo 3D fluido e visualmente estonteante, com uma sensação de liberdade que poucos jogos da época ofereciam.
Até hoje, Nights into Dreams é reverenciado como um cult classic, e sua influência pode ser sentida em jogos que buscam uma experiência mais subjetiva e artística. Não é todo dia que um jogo te faz refletir sobre a importância dos sonhos, não é mesmo?

Pra mim, Nights into Dreams Sega Saturn não é apenas um game; é um portal para uma época onde a inovação corria solta e a criatividade era o limite. Ele provou que um jogo não precisa ser “realista” para ser imersivo, e que a pura alegria de voar pode ser tão cativante quanto qualquer batalha épica. Se você é fã da velha guarda e nunca deu uma chance a essa maravilha, corre atrás, porque a viagem vale a pena! E aí, qual a sua memória mais marcante com o Nights? Deixa nos comentários, quero saber!
Pixel Nostalgia
Relembrando o melhor da era 8 e 16 bits — um byte de cada vez.
Com a recente notícia de que a tradução do mítico jogo Segagaga para o Dreamcast foi finalmente completada para o inglês, vamos neste video dar uma olhada na edição de colecionador desse incrível game e, em seguida, em como jogá-lo na versão com o patch de tradução em um emulador.
Segagaga foi um dos últimos jogos lançados pela Sega para o Dreamcast em 2001, pelo estudio interno AM3 – rebatizado…

I got into seaman as a small child where my parents didnt want to buy me a memory card so i was stuck on the first stage with the mushroomers and it scared me so bad. Found the game again at a local game trade, with the mic, so i have been living my childhood dream of getting this game to work. So far hes called me gay and a hooker










@libretro @retroarch no blogs found @normanikordeiofficial @brandybrandybrandy 2k slow like virtual tennis.. it’s really impressive tho. Gotta file a #bugreport @sega-retro #flyinghead




Signed illustrations of Kiharu Ogawa, Yutsuki Hodaka, Reiko Takano, & Misumi Kasahara from “Revive… ~Sosei~” (DC, PC) drawn for Broccoli Trading Cards by Yukinori Umetsu.

the “9 games that made me” trend from japan.
apparently i was shaped almost entirely by late-90s sega, arcade culture and dreamcast aesthetics.
日本で流れてきた「自分を作った9本のゲーム」トレンド。
振り返ってみると、ほぼ90年代後半のセガ、アーケード文化、そしてドリームキャストの美学で出来ている気がする。










Gm latrice… Latrice, I am insecure because you hung out at love and I know Drake and Kendra said mean things about me. I hope it’s deeper than knocking boots @nasajunocam @normanikordeiofficial @podaac @brandybrandybrandy

Virtual Tennis with the stars of the time. I’m surprised that this is actually playable and plays like tennis.
The game is just too hard. You have to play well all the time to win.
Which makes sense, I guess, but tennis games are long, and you need to be able to make errors and be able to come back from them.
The arcade mode was beatable, but the main game mode ‘world tour’ was impossible. While you do have the ability to shorten the game to single sets, this in no way helps with the next problem.
The gameplay’s repetitiveness is unbearable. This might be an issue with the computer.


I imagine that with some variety of shots, head-to-head might be fun. Playing today was pretty funny to see the characters from tennis past in action again.
I would not recommend wasting your time with this one.