vem chegando o verã☀
Desesperados, Ayo, Bento e Luanda pensam no que fazer após terem sido ameaçados novamente pelo assassino dos seus pais.
[Bento]- essa pessoa está nos seguindo, gente.
[Ayo]- ou ela tem algum olheiro, né.
[Luanda]- tá aí, Ayo, você tem um ponto. E se alguém que tava na festa ontem estava nos observando?
[Bento]- nós não podíamos ter contado pra mais pessoas, eu sabia que isso não ia dar bom!
[Luanda]- é, eu devia ter te ouvido, irmão, me desculpa.
[Bento]- tudo bem, já passou. Agora precisamos saber o que fazer.
[Ayo]- não tem o que fazer, Bento. Se essa pessoa sabe de todos os nossos passos, de nada adianta. Tudo que fizermos será em vão.
[Luanda]- verdade.
[Bento]- que merda! Até quando vamos ter que ficar nessa?
[Luanda]- e se aceitarmos a proposta dele? Ou dela, sei lá.
[Ayo]- de irmos embora e esquecermos essa história? É uma opção.
[Bento]- não, não é uma opção, Ayo! Eu não cheguei até aqui pra simplesmente obedecer esse desgraçado e fingir que nada aconteceu, não dá!
[Ayo]- ah, então cê quer fazer o quê? Colocar todos os nossos amigos em risco? Isso sem falar a gente, né.
[Luanda]- pensa bem, Bento, a Ayo tem razão.
[Bento]- eu não vou aceitar. Vocês podem ir embora, mas eu vou ficar. Se eu morrer, pelo menos vou morrer tentando.
Gabriel, Bené e Chico vão até o hospital visitar Abiola.
[Gabriel]- como você tá, gato?
[Bené]- nós ficamos preocupadíssimos.
[Abiola]- obrigado por terem vindo, viu? Foi horrível, parecia que eu tava num filme de terror.
[Chico]- você não viu quem foi?
[Abiola]- não. Estavam todos encapuzados e usavam roupas pretas bem discretas.
[Bené]- meu Deus, não podemos ficar tranquilos nem dentro de casa mais, quê isso.
[Abiola]- o mais estranho é que não levaram nada da casa. Só entraram, me bateram e fugiram quando fui socorrido pela equipe de limpeza.
[Chico]- será que eles…só queriam te bater?
[Bené]- mas por que, gente?
[Gabriel]- talvez seja alguma dívida, será que não?
[Abiola]- que dívida, eu sempre pago tudo certinho. Também não entendi, mas acho que realmente só queriam ter me batido.
Chico se afasta, pensativo. Bené percebe e vai até ele.
[Bené]- que foi, bebê? No que tá pensando?
[Chico]- e se as pessoas que bateram no Abiola foram contratadas pelo meu pai, Bené?
Barnabé conversa com Estevão enquanto é ouvido por Jennifer.
[Barnabé]- deu tudo certo?
[Estevão]- certíssimo, chefe.
[Barnabé]- tem certeza de que ninguém viu vocês?
[Estevão]- absoluta, pode ficar tranquilo.
[Barnabé]- excelente. Fique atento porque pode ser que eu precise de mais favores.
[Estevão]- como quiser.
[Barnabé]- ah, outra coisa! O rapaz está vivo, né?
[Estevão]- sim, chefe.
[Barnabé]- ótimo. Pode ir.
Assustada, Jennifer começa a especular sobre o que pode ter acontecido.